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	<title>Arquivos Bracell &#8211; Cultive Eucalipto</title>
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	<description>Empresa referência em produção de celulose. Nossa empresa está crescendo. E nossa base florestal também. E compartilhar essa oportunidade com você, produtor rural, é o nosso objetivo.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Dec 2024 13:34:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bracell expande monitoramento ambiental com novo aplicativo de registro de fauna em tempo real</title>
		<link>https://cultiveeucalipto.com.br/blog/bracell-expande-monitoramento-ambiental-com-novo-aplicativo-de-registro-de-fauna-em-tempo-real/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bracell]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 13:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bicho à Vista]]></category>
		<category><![CDATA[Bracell]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plataforma utiliza geolocalização e inteligência artificial para monitoramento ambiental nas áreas de atuação da empresa A Bracell dá mais um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Plataforma utiliza geolocalização e inteligência artificial para monitoramento ambiental nas áreas de atuação da empresa</em></p>
<p>A Bracell dá mais um passo significativo na conservação ambiental com o lançamento do aplicativo &#8220;Bicho à Vista”. Essa <strong>solução que integra geolocalização e inteligência artificial para o monitoramento da fauna em tempo real</strong>, permitindo que colaboradores e parceiros registrem avistamentos de animais silvestres instantaneamente. Assim, contribuem para uma base de dados robusta e colaborativa que apoia práticas de conservação e manejo sustentável.</p>
<p>O &#8220;Bicho à Vista&#8221; ainda se destaca por seus recursos avançados, facilitando o mapeamento de espécies, a detecção de padrões migratórios e o monitoramento do comportamento animal. “<strong>A tecnologia do aplicativo não se limita ao registro de avistamentos</strong>, mas, sim, representa um avanço no monitoramento da fauna nas áreas de atuação da Bracell. Com o lançamento, buscamos não apenas ampliar nossa base de dados, mas também envolver todos os que trabalham nas áreas de plantio no engajamento com a conservação da biodiversidade,” afirma Caio Ítalo de Oliveira Santos, analista de geoprocessamento da Bracell na Bahia e idealizador do projeto.</p>
<div id="attachment_1723" style="width: 1237px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1723" class="size-full wp-image-1723" src="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/920_Bicho_a_Vista.jpg" alt="lançamento aplicativo Bicho à Vista para monitoramento ambiental" width="1227" height="920" srcset="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/920_Bicho_a_Vista.jpg 1227w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/920_Bicho_a_Vista-300x225.jpg 300w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/920_Bicho_a_Vista-1024x768.jpg 1024w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/920_Bicho_a_Vista-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 1227px) 100vw, 1227px" /><p id="caption-attachment-1723" class="wp-caption-text"><em>Lançamento do aplicativo Bicho à Vista com colaboradores da Bracell / Foto: Acervo Bracell</em></p></div>
<p>Além de registrar avistamentos com maior precisão, o aplicativo complementa os Programas de Monitoramento da Biodiversidade da companhia, que já utiliza tecnologias avançadas, como armadilhas fotográficas e gravadores autônomos, para realizar pesquisas detalhadas sobre a fauna e flora. “Os dados obtidos são destinados não apenas à gestão das Unidades de Conservação, mas também a pesquisas científicas que buscam compreender os padrões biogeográficos, a ecologia e o comportamento das espécies da Mata Atlântica,” explica Meryellen Baldim, gerente de Meio Ambiente da Bracell na Bahia.</p>
<p>O uso da tecnologia no monitoramento da biodiversidade permite que todos façam parte da preservação ambiental, além de fornecer informações em tempo real, o que torna o processo mais ágil.</p>
<h2><strong>Histórico de monitoramento ambiental já consolidado</strong></h2>
<p>Na Bahia, a companhia tem realizado um trabalho intenso no<a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/soltura-de-animais-silvestres-40-animais-ganham-novo-lar-em-reserva-na-bahia/"> monitoramento da fauna em suas unidades de preservação</a>. <strong>Nos últimos sete anos, a unidade registrou espécies ameaçadas e raras, como o gato-maracajá (<em>Leopardus wiedii</em>), considerado vulnerável, e a perereca-de-vidro (<em>Vitrorana baliomma</em>)</strong>, endêmica da Mata Atlântica.</p>
<p>Este lançamento complementa o robusto histórico de iniciativas de monitoramento de fauna pela Bracell. Desde março de 2023, a empresa realiza monitoramento nas Unidades de Conservação do Parque Estadual Carlos Botelho e do Parque Estadual Nascentes do Paranapanema, em São Paulo, utilizando uma malha amostral diversificada.<strong> A Bracell já catalogou listas iniciais de espécies de aves, anfíbios e primatas, com mais de 10.000 detecções registradas</strong>. Além disso, no estado, o monitoramento sazonal de Biodiversidade ocorre há mais de 15 anos, e reúne um compilado de registros importantes para o tema.</p>
<p>Com as inovações digitais, o “Bicho à Vista” permitirá a coleta de dados em tempo real, não apenas por especialistas, mas também por todos que interagem com as áreas de plantio da empresa, integrando ciência e tecnologia de uma forma inovadora.</p>
<p>“<strong>Aqui no estado de São Paulo, por exemplo, desde seu lançamento em setembro, já foram contabilizados mais de 70 novos registros no aplicativo</strong>. Entre eles, indivíduos endêmicos ou ameaçados de extinção, como é o caso do primata Muriqui-do-sul (<em>Brachyteles arachnoides</em>) e do Tamanduá-bandeira (<em>Myrmecophaga tridactyla</em>), entre outros. Dados como os mencionados acima, expressam a favorabilidade à manutenção dessas espécies nas áreas da Bracell”, acrescenta Marina Freitas Norkus, Analista de Meio Ambiente em São Paulo.</p>
<p>O lançamento do aplicativo é mais um passo significativo da companhia rumo à conservação da biodiversidade e reforça as ações contínuas e inovadoras da Bracell em prol do meio ambiente. Essa tecnologia de monitoramento é parte de um esforço maior da Bracell em prol da sustentabilidade e conservação ambiental: a agenda <a href="https://www.bracell.com/bracell-2030/">Bracell 2030</a>. Lançada em 2023, o plano reúne 14 compromissos e metas para os próximos sete anos, visando a proteção dos biomas e o uso responsável de suas áreas de atuação.</p>
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		<title>Biofábrica da Bracell reduz impactos ambientais no manejo de pragas do eucalipto</title>
		<link>https://cultiveeucalipto.com.br/blog/biofabrica-da-bracell-reduz-impactos-ambientais-no-manejo-de-pragas-do-eucalipto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bracell]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 15:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bracell]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultive Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo de Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Lagarta Desfolhadora]]></category>
		<category><![CDATA[Pragas do Eucalipto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unidade da empresa já produziu mais de 215 milhões de inimigos naturais de pragas do eucalipto, reduzindo 90% da necessidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Unidade da empresa já produziu mais de 215 milhões de inimigos naturais de pragas do eucalipto, reduzindo 90% da necessidade de controle de lagartas desfolhadoras</em></p>
<p>A Bracell desenvolveu – em sua biofábrica, em Alagoinhas (BA) – <strong>protocolos de alta eficiência para produção de inimigos naturais de lagartas desfolhadoras</strong> de eucalipto. As lagartas desfolhadoras são consideradas como uma das principais pragas da cultura de eucalipto e podem causar grandes perdas econômicas aos produtores.</p>
<p>A <strong>técnica de controle biológico</strong> desenvolvida – que engloba estratégias de monitoramento, produção e dispersão dos agentes – <strong>permitiu reduzir em 90% as ocorrências de surtos de lagartas e a necessidade de pulverização de defensivos químicos</strong>.</p>
<blockquote><p>“Além das vantagens ambientais, o uso do controle biológico de pragas tem se mostrado mais atrativo do ponto de vista de custo, permitindo manter o equilíbrio por mais tempo e reduzindo os surtos de pragas em nossos plantios”, destaca Leonardo Sarno, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento Florestal da Bracell.</p></blockquote>
<p>Desde 2018, mais de<strong> 215 milhões de inimigos naturais já foram produzidos</strong> na biofábrica da Bracell, em Alagoinhas, sendo aproximadamente 83 milhões em 2023. Estes inimigos naturais foram liberados em uma área de 9,5 mil hectares de plantios, nas unidades florestais da empresa na Bahia, em São Paulo e no Mato Grosso do Sul.</p>
<blockquote><p>“Para se ter uma ideia, em 2018, quando a unidade da biofábrica iniciou sua produção e implantamos o controle biológico, ocorreu a necessidade de controle de lagartas em aproximadamente 15 mil hectares. Em 2023, a área com surtos de lagartas reduziu 10 vezes. Até o momento, em 2024, em apenas 300 hectares houve necessidade de controle. Essa redução drástica nas ocorrências deste grupo de pragas trouxe vários impactos positivos, reduzindo os custos, a necessidade de controle emergencial, as perdas e, por consequência, os impactos ambientais”, salientou Reginaldo Mafia, gerente de Pesquisa em Manejo Florestal da Bracell.</p></blockquote>
<h2><strong>Três espécies de inimigos naturais das pragas do eucalipto</strong></h2>
<p>A biofábrica da Bracell produz três espécies de inimigos naturais das pragas do eucalipto. O portfólio de produtos biológicos contempla uma espécie predadora de lagartas, denominada de <em>Podisus nigrispinus,</em> e as espécies <em>Palmistichus elaeisis</em> e <em>Tetrastichus howardi</em>, que são parasitoides. <strong>Enquanto a espécie predadora se alimenta diretamente das lagartas, os parasitoides utilizam as pupas das lagartas para a reprodução</strong>. Utilizando estes dois grupos de insetos é possível interromper o ciclo das lagartas, de forma efetiva.</p>
<blockquote><p>“Os protocolos de produção de agentes de controle biológico desenvolvidos pela Bracell constituem um compilado técnico com diretrizes para multiplicação massal de insetos, baseado em informações da biologia e comportamento das espécies de interesse para o controle dos principais grupos de pragas da região. O documento é atualizado conforme os avanços científicos sobre o assunto. Nele, são descritas instruções detalhadas para o desenvolvimento das criações desde as condições ambientais, como temperatura, umidade e período de exposição luminosa, a composição da dieta e preparo da alimentação dos insetos, até o manuseio e as técnicas de reprodução, passando pela preparação dos insetos para a liberação em campo e a gestão das informações de produção”, informa Wagner Morais, pesquisador especialista no assunto.</p></blockquote>
<h2><strong>Pioneirismo no setor florestal</strong></h2>
<p>A Bracell foi uma das pioneiras na instalação de biofábrica para produção de inimigos naturais de pragas. Ao longo dos últimos anos, investiu continuamente em <strong>pesquisa, desenvolvimento e no treinamento de uma equipe qualificada e totalmente dedicada à biofábrica</strong>. A produção e o fornecimento destes agentes permitem controlar os focos iniciais de infestação de lagartas, em menor tempo possível. A celeridade desta ação é essencial para reduzir os riscos de dispersão e aumento da população das pragas. Além de produzir esses agentes para suas áreas de plantio, a Bracell mantém uma rede de cooperação com outras empresas do setor florestal, além de parceiros produtores de madeira.</p>
<h2><strong>Dispersão dos insetos</strong></h2>
<p>Para realizar a <strong>liberação dos agentes de controle biológico no campo</strong>, a empresa utiliza <strong>drones específicos</strong>, desenvolvidos em parceria com a empresa XFly, especialista nesse tipo de equipamento para uso agrícola. O modelo atual foi projetado para a dispersão de parasitoides, que são insetos de tamanho pequeno, permitindo a liberação de uma grande quantidade de indivíduos, de forma uniforme nas áreas de plantio.</p>
<blockquote><p>“O uso do drone aumenta muito a eficiência da liberação, permitindo que uma área muito maior receba esses insetos em um curto espaço de tempo. Estudos iniciais demonstraram uma capacidade de liberação em até 100 hectares por hora, com um rendimento potencial diário de até 600 hectares”, salienta Morais.</p></blockquote>
<h2><strong>Difusão do conhecimento</strong></h2>
<p>A difusão do conhecimento sobre as técnicas de produção de inimigos naturais é útil para as empresas do setor florestal, uma vez que fortalece as práticas de controle biológico, evitando a ocorrência frequente de surtos de pragas. Por conta disso, as informações sobre os protocolos desenvolvidos pela Bracell são constantemente compartilhadas com grupos de pesquisa, por meio de reuniões técnicas, publicação de artigos técnicos e científicos.</p>
<blockquote><p>“Como se sabe, as pragas podem facilmente ser disseminadas de uma região para outras áreas. Portanto, é do interesse de todo o setor um manejo mais eficiente, independentemente da empresa florestal em que os surtos estejam presentes. Desta maneira, as ações de manejo integrado de pragas devem ser vistas como uma oportunidade de cooperação entre as empresas”, conclui Sarno.</p></blockquote>
<p>Para saber mais, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=DLycOfuqp2A">assista ao vídeo sobre o Complexo de Proteção Florestal da Bracell, em Alagoinhas (BA)</a>.</p>
<p>Leia mais também em: <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/murcha-bacteriana-pode-causar-prejuizos-a-diversas-culturas/">Murcha bacteriana pode causar prejuízos a diversas culturas.</a></p>
<p>O post <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/biofabrica-da-bracell-reduz-impactos-ambientais-no-manejo-de-pragas-do-eucalipto/">Biofábrica da Bracell reduz impactos ambientais no manejo de pragas do eucalipto</a> apareceu primeiro em <a href="https://cultiveeucalipto.com.br">Cultive Eucalipto</a>.</p>
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		<title>Bracell é reconhecida pela primeira vez no Prêmio Expressão de Ecologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bracell]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 14:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bracell]]></category>
		<category><![CDATA[Compromisso Um-Para-Um]]></category>
		<category><![CDATA[Conservação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção da Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa recebeu o Prêmio Expressão de Ecologia na categoria Conservação de Recursos Naturais com o Compromisso Um-Para-Um Como reforço do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Empresa recebeu o Prêmio Expressão de Ecologia na categoria Conservação de Recursos Naturais com o Compromisso Um-Para-Um</em></p>
<p>Como reforço do seu comprometimento crescente com o pilar da <a href="https://centraldeindicadores2023.bracell.com/">sustentabilidade</a>, a Bracell recebeu o Prêmio Expressão de Ecologia pelo seu Compromisso Um-Para-Um, iniciativa inédita no setor de celulose que estabelece a conservação de um hectare de mata nativa para cada um hectare de eucalipto plantado. A premiação, promovida pela Editora Expressão, é a mais antiga do Brasil no segmento ambiental, com reconhecimento do Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>Neste ano, o prêmio, que anteriormente abrangia apenas a cidades do Sul do Brasil, foi estendido para São Paulo, permitindo que a Bracell participasse e fosse premiada pela primeira vez. O projeto da companhia foi selecionado entre mais de 100 iniciativas ambientais dos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A cerimônia de entrega do Troféu Onda Verde ocorreu no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis (SC), e contou com a presença de diversas lideranças empresariais e especialistas do setor ambiental.</p>
<p>“O Compromisso Um-Para-Um é uma importante iniciativa dentro da estratégia de sustentabilidade da Bracell e está alinhado com os valores fundamentais da companhia. Esse importante reconhecimento só ressalta nossa dedicação com a preservação ambiental e o uso responsável dos recursos naturais”, afirma Marcio Nappo, vice-presidente de Sustentabilidade e Comunicação corporativa da companhia.</p>
<h3><strong>Expansão para o Mato Grosso do Sul</strong></h3>
<p>Em julho deste ano, a Bracell ampliou a área preservada pelo Compromisso Um-Para-Um ao assinar um acordo com o governo do Mato Grosso do Sul, comprometendo-se a apoiar a conservação e proteção da biodiversidade em mais de 118 mil hectares do estado, incluindo áreas na região do Pantanal. Este passo está alinhado com o <a href="https://www.bracell.com/bracell-2030/">Bracell 2030</a>, agenda de sustentabilidade lançada pela empresa em 2023, que estabelece metas ambiciosas para a conservação ambiental e a mitigação das mudanças climáticas. Até o final de 2023, a companhia já havia atingido 92% da meta estabelecida para o Compromisso Um Para Um – o objetivo é que, até 2025, a meta seja atingida 100%.</p>
<p>Essa expansão reforçou a atuação da Bracell na <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/monitoramento-da-flora-identifica-266-novas-especies-em-areas-da-bracell-na-bahia/">conservação da biodiversidade</a> para além da área de produção e está totalmente integrada com a visão mais ampla do Bracell 2030. “Continuaremos a investir em iniciativas que reafirmam nosso compromisso com a sustentabilidade e a conservação ambiental, promovendo o equilíbrio entre nossas operações e a preservação dos recursos naturais. Nosso objetivo é contribuir para um futuro mais sustentável e equilibrado para as próximas gerações”, afirma Nappo.</p>
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		<title>Murcha bacteriana pode causar prejuízos a diversas culturas</title>
		<link>https://cultiveeucalipto.com.br/blog/murcha-bacteriana-pode-causar-prejuizos-a-diversas-culturas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bracell]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 19:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Bracell]]></category>
		<category><![CDATA[Cultive Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Murcha Bacteriana]]></category>
		<category><![CDATA[Ralstonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como identificar a murcha bacteriana nos plantios de eucalipto e quais medidas de controle adotar Você sabia que a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/murcha-bacteriana-pode-causar-prejuizos-a-diversas-culturas/">Murcha bacteriana pode causar prejuízos a diversas culturas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cultiveeucalipto.com.br">Cultive Eucalipto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Saiba como identificar a murcha bacteriana nos plantios de eucalipto e quais medidas de controle adotar</em></p>
<p>Você sabia que a <strong>murcha bacteriana, causada por uma bactéria de solo,</strong> afeta um <strong>número considerável de espécies vegetais</strong>? Essa bactéria possui uma ampla gama de hospedeiros, incluindo mais de 200 espécies de plantas, de interesse agronômico, florestal e ornamental. Culturas de tomate, batata, pimentão, berinjela, jiló, fumo e eucalipto são apenas alguns exemplos.</p>
<p>Neste texto, vamos mergulhar no universo da murcha bacteriana, desvendando seus segredos e descobrindo <strong>como combatê-la de forma eficaz</strong>. Prepare-se para conhecer:</p>
<ul>
<li>O que é a murcha bacteriana e como a doença é transmitida?</li>
<li>Quais sinais e sintomas indicam a presença da doença em seu cultivo?</li>
<li>Como é o ciclo de vida da bactéria que causa a doença?</li>
<li>Que medidas podem ser tomadas para controlar a murcha bacteriana e proteger suas plantações?</li>
</ul>
<p><strong>Boa leitura!</strong></p>
<h2>O que é a murcha bacteriana e como a doença é transmitida?</h2>
<p>A murcha bacteriana é uma doença causada pela bactéria de solo <strong><em>Ralstonia solanacearum</em> (<em>R</em>. <em>pseudosolanacearum</em>)</strong>. A doença é sistêmica, ou seja, a bactéria causa infecções nos tecidos vasculares da planta, a partir do sistema radicular. Uma vez no interior dos tecidos, a bactéria se aloja no sistema vascular, que é responsável por transportar água e nutrientes, de forma ascendente, para o restante da planta. Com a multiplicação celular bacteriana, ocorre o entupimento dos vasos condutores. Além disso, as infecções podem causar necrose do tecido vascular, reduzindo sua atividade de condução de água e nutrientes. Em função do impedimento parcial ou total deste fluxo, a planta doente apresenta sintoma de murcha, amarelecimento, seca das folhas progredindo da base para o ápice da copa e, finalmente, morte em estágios mais avançados.</p>
<p>As infecções do patógeno podem ocorrer no campo, a partir do solo contaminado com a bactéria. Além disso, a produção de mudas de eucalipto por meio de matrizes doentes assintomáticas, ou seja, que não apresentam sintomas evidentes, é uma das principais formas de disseminação da doença. No campo, a infecção tem início a partir de ferimentos ou a bactéria penetra na planta pelas raízes mortas. Estes ferimentos e morte de raízes podem ocorrer de forma natural, com o crescimento da planta, por estresses (como, por exemplo, a seca em determinados períodos do ano) ou, mesmo, durante o manejo, incluindo por exemplo, os tratos culturais, a colheita e a rebrota do eucalipto.</p>
<p>O plantio de eucalipto, assim como qualquer outra cultura florestal ou agrícola, é afetado por doenças que, se não manejadas adequadamente, podem causar grandes prejuízos e, até mesmo, inviabilizar sua exploração para fins comerciais. No Brasil, a murcha bacteriana em eucalipto foi reportada pela primeira vez no<strong> início de 1980</strong>, em plantios de <strong><em>Eucalyptus grandis</em></strong>, em Prata, Minas Gerais. Em 2005, a ocorrência desta doença em viveiros foi detectada pela primeira vez, causando grandes perdas econômicas em viveiros na Bahia, Pará, Maranhão, Minas Gerais e Espírito Santo, com um <strong>prejuízo de cerca de R$ 50 milhões</strong>.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1578" src="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ralstonia-MJ-Clonal-Ralstonia-Mudas.jpg" alt="Murcha bacteriana pode causar prejuízos para diversas culturas" width="920" height="540" srcset="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ralstonia-MJ-Clonal-Ralstonia-Mudas.jpg 920w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ralstonia-MJ-Clonal-Ralstonia-Mudas-300x176.jpg 300w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Ralstonia-MJ-Clonal-Ralstonia-Mudas-768x451.jpg 768w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /></p>
<p><em>Nas fotos, à esquerda, minicepa com sintomas característicos da murcha bacteriana e, à direita, muda com os sintomas da doença | Fotos: Acervo Bracell</em></p>
<h2>Quais sinais e sintomas indicam a presença da murcha bacteriana em seu cultivo?</h2>
<p>No campo, as plantas começam a apresentar sintomas, geralmente, a partir de três meses de idade. O sintoma mais característico é a redução gradual do brilho das folhas, seguido de murcha, amarelecimento, seca e morte da planta. As folhas murcham e ocorre uma desfolha discreta da base para o ápice. Ao realizar o corte da planta, é possível observar, sobre o lenho, a exsudação de pus bacteriano. Essa exsudação é o extravasamento de células do patógeno, misturada com seiva da planta. Para facilitar a observação da exsudação do patógeno, pode-se mergulhar a seção do lenho cortada em água limpa, o que permite observar, após alguns minutos, a exsudação de grande quantidade de células bacterianas. Além destes sintomas visuais, o tecido lenhoso doente apresenta cheiro característico de fermentação. As plantas doentes, de forma geral, são menores que as saudáveis. A distribuição da doença no campo ocorre de forma aleatória, progredindo normalmente para pequenas “reboleiras” de plantas doentes.</p>
<h2>Como é o ciclo de vida da bactéria que causa a doença?</h2>
<p>O ciclo de vida de patógenos de plantas ocorre em cinco fases, denominadas de infecção, colonização, reprodução, disseminação e sobrevivência:</p>
<ol>
<li><strong>Infecção</strong>: ocorre por meio de portas de entrada, como ferimentos ou mesmo pela morte de raízes;</li>
<li><strong>Colonização: </strong>as células bacterianas se multiplicam rapidamente e colonizam os tecidos vasculares, no sentido ascendente;</li>
<li><strong>Reprodução: </strong>a reprodução da bactéria é acelerada, sobretudo em condições de estresse da planta, sob condições de elevada umidade e temperatura;</li>
<li><strong>Disseminação: </strong>ocorre pelo solo, restos culturais, água, ferramentas e implementos que causam ferimentos, bem como equipamentos de colheita. Também é muito comum a disseminação da doença por meio de material propagativo e por mudas assintomáticas; e</li>
<li><strong>Sobrevivência: </strong>é afetada por vários fatores, sendo favorecida pela maior umidade e temperatura, disponibilidade de nutrientes e presença de hospedeiros alternativos, incluindo espécies de plantas daninhas.</li>
</ol>
<p>É muito importante conhecer detalhes do ciclo de vida do patógeno para que seja possível estabelecer medidas eficientes de controle. Além disso, para que a doença possa ocorrer, é necessária a presença de três fatores principais, cuja interação é conhecida como triângulo da doença. Estes fatores compreendem o ambiente, o patógeno e o hospedeiro. As doenças de plantas só ocorrem na presença de ambiente favorável, de um ou mais microrganismos capazes de causar doença e em hospedeiro suscetível.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1577" src="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/P-Murcha-Ralstonia-Sinal-da-Doenca.jpg" alt="Murcha bacteriana pode causar prejuízos para diversas culturas" width="920" height="540" srcset="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/P-Murcha-Ralstonia-Sinal-da-Doenca.jpg 920w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/P-Murcha-Ralstonia-Sinal-da-Doenca-300x176.jpg 300w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/08/P-Murcha-Ralstonia-Sinal-da-Doenca-768x451.jpg 768w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /></p>
<p><em>Nas fotos, à esquerda, planta com sintomas característicos da murcha bacteriana e, à direita, planta infectada com exsudação de pus bacteriano | Fotos: Acervo Bracell</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Que medidas podem ser tomadas para controlar a murcha bacteriana e proteger suas plantações?</h2>
<p>Para plantios de eucalipto, assim como para todas as outras espécies de plantas hospedeiras do patógeno, <strong>as medidas de controle são preventivas</strong>. Existem estudos promissores para o controle do patógeno utilizando bacteriófagos e indutores de resistência, porém ainda são necessárias maiores investigações. É importante mencionar que este patógeno é natural do solo, possui muitos hospedeiros alternativos, tem capacidade de sobrevivência em restos culturais, além de uma ampla variabilidade genética. Estas características dificultam o controle após o estabelecimento do patógeno na área de plantio. Dessa forma, a melhor estratégia de controle é a preventiva, por meio da <strong>seleção e plantio de clones resistentes</strong> à doença.</p>
<p>Existe uma ampla variabilidade genética para resistência à doença, entre as espécies, procedências e clones de eucalipto. A existência de <strong>variabilidade genética</strong> permite avaliar e selecionar clones de eucalipto resistentes à esta e outras doenças importantes. Essa estratégia é extremamente eficiente permitindo reduzir o impacto destas doenças, evitando também o uso de agrotóxicos. Além de selecionar clones resistentes, a empresa adota estratégias de melhoramento genético para aumentar a frequência de clones resistentes à esta doença. Na Bracell, <strong>todos os clones são avaliados quanto ao seu nível de resistência</strong> à essa e outras importantes doenças do eucalipto, antes da recomendação de plantio em larga escala.</p>
<p>Além da resistência genética, as medidas preventivas e de <strong>manejo integrado</strong> ainda incluem <strong>procedimentos para aumentar a segurança fitossanitária nos viveiros</strong>. Para isso, é fundamental que a produção de mudas seja realizada a partir de matrizes sabidamente sadias. No viveiro, além de garantir o plantio de mudas sadias para formação de minicepas, vários procedimentos são adotados para aumentar a segurança fitossanitária. Estes procedimentos incluem a desinfestação periódica das estruturas, emprego de pedilúvio, uso de água, substrato e areia livre do patógeno. Além disso, toda manipulação do material vegetal deve ser realizada por ferramentas constantemente desinfestadas e por equipe treinada sobre estes procedimentos. No campo o manejo integrado da doença engloba, além da seleção e o plantio de clones resistentes à doença, uso de mudas de boa qualidade e adequado preparo do solo para evitar o estresse das plantas, bem como a reforma dos talhões com a presença da doença utilizando somente clones de eucalipto resistentes.</p>
<p>Se tiver interesse de conhecer um pouco mais sobre esta doença, sugerimos algumas publicações técnicas para leitura:</p>
<ul>
<li><strong> </strong>Alfenas, A.C., Zauza, E.A.V., Mafia, R.G.; Assis, T.F. Clonagem e doenças do eucalipto. Viçosa, MG. Editora UFV. 2009. 500p.</li>
<li>Alfenas, A.C.; Mafia, R.G.; Sartório, R.C.; Binoti, D.H.B.; Silva, R.R.; Lau, D.; Vanetti, C.A. <em>Ralstonia solanacearum</em> em viveiros clonais de eucalipto no Brasil. Fitopatologia Brasileira, v.31, n.4, p.357-366, 2006. <a href="https://doi.org/10.1590/S0100-41582006000400005">https://doi.org/10.1590/S0100-41582006000400005</a></li>
<li>Mafia, R.G.; Alfenas, A.C.; Ferreira. M.A. Avaliação da resistência do eucalipto à murcha-bacteriana causada por <em>Ralstonia solanacearum</em>. Revista Árvore, v.38, n.4, p.649-656, 2014.  <a href="https://doi.org/10.1590/S0100-67622014000400008">https://doi.org/10.1590/S0100-67622014000400008</a></li>
</ul>
<h2>Torne a sua propriedade mais rentável com a Bracell</h2>
<p>Agora que você já sabe os malefícios que a murcha bacteriana pode causar no plantio de diversas culturas, inclusive no eucalipto, é hora de agir!</p>
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		<title>Quais os impactos do El Niño nas florestas de eucalipto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bracell]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 15:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Bracell]]></category>
		<category><![CDATA[Cultive Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño nas florestas de eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas de eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[La Niña]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como surge esse fenômeno, quais os impactos do El Ninõ nas florestas de eucalipto e as maneiras para mitigar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Descubra como surge esse fenômeno, quais os impactos do El Ninõ nas florestas de eucalipto e as maneiras para mitigar seus efeitos. Saiba mais!</em></p>
<div id="attachment_1562" style="width: 930px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1562" class="size-full wp-image-1562" src="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo1-freepik-920x668-1.jpg" alt="Quais são os impactos do El Niño nas florestas de eucalipto?" width="920" height="668" srcset="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo1-freepik-920x668-1.jpg 920w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo1-freepik-920x668-1-300x218.jpg 300w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo1-freepik-920x668-1-768x558.jpg 768w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><p id="caption-attachment-1562" class="wp-caption-text">Foto: Freepik</p></div>
<h2>O que é o fenômeno climático El Niño?</h2>
<p>O El Niño é um <strong>fenômeno climático periódico, </strong>caracterizado pelo aquecimento anômalo da temperatura das águas do Oceano Pacífico na linha do Equador.</p>
<p>Este fenômeno altera os padrões de circulação atmosférica, afetando o clima em escala global, e pode trazer uma <strong>série de desafios</strong> para diferentes áreas da sociedade e do meio ambiente, inclusive para o setor florestal e <strong>agrícola</strong>. O El Niño faz parte do ciclo ENSO (em inglês, <em>“El Niño-Southern Oscillation”</em>).</p>
<p>A recorrência e a intensidade com a qual o El Niño acontece é variável. No site do CPTEC/INPE, é possível <a href="http://enos.cptec.inpe.br/">acessar uma tabela com as suas principais ocorrências desde 1895</a>. Além da recorrência e intensidade de ocorrência do El Niño, é importante citar que este fenômeno acontece intercalado com períodos de La Niña e de neutralidade.</p>
<p>O fenômeno <strong>La Ninã</strong> também é ocasionado pelas mudanças no padrão de temperatura das águas do Oceano Pacífico na linha do Equador, porém, o que ocorre é o resfriamento da água em relação à média histórica. Assim como para o El Niño, a La Niña pode afetar o clima global. Nas regiões Norte e Nordeste do Brasil existe uma tendência de aumento das chuvas em épocas de La Niña, enquanto as regiões Centro-Oeste e Sul do Brasil ficam acometidas a chuvas abaixo da média histórica.</p>
<p>Quando as águas do Oceano Pacífico na linha do Equador não estão sob o efeito do El Niño ou de La Niña, dizemos que ele está em período de <strong>neutralidade, </strong>ou seja, não está sob efeito de nenhum destes fenômenos.</p>
<p><strong>De volta ao El Ninõ </strong>e ao que esse fenômeno pode ocasionar, foram registrados em diferentes locais do mundo problemas com: inundações; doenças; secas; aumento recorde das temperaturas globais; perda de florestas tropicais; branqueamento de corais; aumento da incidência de incêndios florestais; e degelo polar. Prejuízos estes que impactam diretamente a economia e o meio ambiente.</p>
<h2>Efeitos do El Niño em cada região do Brasil</h2>
<div id="attachment_1564" style="width: 930px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1564" class="size-full wp-image-1564" src="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo2-acervo_bracell-920x668-1.jpg" alt="Quais são os impactos do El Niño nas florestas de eucalipto?" width="920" height="668" srcset="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo2-acervo_bracell-920x668-1.jpg 920w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo2-acervo_bracell-920x668-1-300x218.jpg 300w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo2-acervo_bracell-920x668-1-768x558.jpg 768w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><p id="caption-attachment-1564" class="wp-caption-text">Foto: Acervo Bracell</p></div>
<p>Agora, vamos entender melhor <strong>como o El Niño age nas diferentes regiões brasileiras?</strong> Vale a pena nos atermos por um instante a esta questão, porque os efeitos deste fenômeno natural podem variar muito entre as diferentes regiões do Brasil .</p>
<p>Como o Brasil tem dimensões continentais, é possível observar uma <strong>diversidade significativa de condições locais</strong>, como topografia e relevo. Estas características levam a respostas diferentes do fenômeno, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Veja um panorama resumido:</p>
<ul>
<li>Norte: Durante eventos de El Niño, a região Norte do Brasil pode passar por um período de redução na quantidade de chuvas, o que pode levar a períodos de seca severa. Isso poderá afetar negativamente a agricultura, a disponibilidade de água e pode aumentar o risco de incêndios florestais na Amazônia.</li>
<li>Nordeste: Similar ao Norte, o Nordeste tende a enfrentar redução de chuvas, exacerbando os problemas de seca, especialmente no semiárido. Isso prejudica a agricultura de subsistência, a pecuária e o abastecimento de água, além de agravar a desertificação.</li>
<li>Centro-Oeste: O Centro-Oeste, importante região agrícola do Brasil, pode sofrer com a combinação de temperaturas elevadas e redução das chuvas, afetando a produção de grãos, a pecuária e o crescimento das florestas de eucalipto. A seca prolongada pode diminuir a disponibilidade de água para irrigação e consumo.</li>
<li>Sudeste: No Sudeste, os efeitos do El Niño podem incluir tanto aumentos quanto reduções na precipitação, dependendo da sub-região. Algumas áreas podem enfrentar seca, enquanto outras podem ver um aumento na precipitação, levando a enchentes e deslizamentos. As variações climáticas podem causar desequilíbrios no abastecimento de água e impactar a agricultura e as áreas de florestas de produção.</li>
<li>Sul: A região Sul geralmente experimenta um aumento na precipitação durante eventos de El Niño. Isso pode resultar em enchentes, deslizamentos de terra e excesso de umidade no solo, prejudicando a agricultura, os plantios florestais e causar danos à infraestrutura nesses ambientes.</li>
</ul>
<h2>Como surge o El Niño?</h2>
<p>O El Niño é um fenômeno climático complexo que se desenvolve a partir de uma série de interações entre o oceano e a atmosfera no Oceano Pacífico na região equatorial. O processo começa com o enfraquecimento ou reversão<strong> dos ventos alísios</strong>. Tratam-se de ventos que sopram persistentemente e de maneira regular dos trópicos em direção ao Equador, no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul. Quando esses ventos enfraquecem, a massa de água quente no oeste do Pacífico se espalha para o leste, em direção à costa da América do Sul, alterando o padrão típico de temperatura da superfície do mar.</p>
<p>Esse deslocamento das águas quentes afeta a circulação atmosférica global, deslocando áreas de alta e baixa pressão que determinam os padrões de vento e chuva. Essas mudanças resultam em alterações nos padrões de precipitação e temperatura em várias partes do mundo. O aquecimento das águas do Pacífico central e oriental cria um feedback positivo que reforça o enfraquecimento dos ventos alísios, à medida que a atmosfera acima aquece e eleva a pressão atmosférica na região do Pacífico ocidental.</p>
<p>Quando essas mudanças se estabelecem, o El Niño atinge seu pleno desenvolvimento, com o Pacífico central e oriental tornando-se significativamente mais quentes do que o normal, causando impactos climáticos globais.</p>
<p>Eventualmente, o ciclo de El Niño começa a enfraquecer, com o fortalecimento dos ventos alísios restabelecendo o padrão normal de circulação oceânica e atmosférica. A temperatura da superfície do mar retorna ao normal, e o ciclo ENSO pode entrar em uma fase neutra ou se deslocar para a fase de La Niña,</p>
<h2>Quais os impactos do El Niño nas florestas de eucalipto?</h2>
<div id="attachment_1569" style="width: 930px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1569" class="wp-image-1569 size-full" src="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo3-acervo_bracell-920x668-3.jpg" alt="Quais os impactos do El Niño nas florestas de eucalipto?" width="920" height="668" srcset="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo3-acervo_bracell-920x668-3.jpg 920w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo3-acervo_bracell-920x668-3-300x218.jpg 300w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Impactos-do-El-Nino-nas-florestas-de-eucalipto-corpo3-acervo_bracell-920x668-3-768x558.jpg 768w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><p id="caption-attachment-1569" class="wp-caption-text">Foto: Acervo Bracell</p></div>
<p>As florestas produtivas de eucalipto resultam da combinação de diversos fatores, como a escolha adequada de materiais genéticos adaptados às características das áreas de plantio, análise e correção do solo, clima, disponibilidade hídrica e o uso de tecnologias avançadas nos tratos silviculturais. Dentre esses fatores, destacam-se as condições climáticas do ambiente e os eventos atípicos que podem ocorrer ao longo do ciclo produtivo das florestas.</p>
<p>A disponibilidade hídrica e a temperatura são fatores cruciais que podem afetar o desenvolvimento e a produtividade das florestas de eucalipto, pois influenciam diretamente as atividades fisiológicas e metabólicas das plantas. Nesse contexto, o El Niño é um dos fenômenos que podem alterar as características climáticas das áreas de plantio de eucalipto no Brasil.</p>
<p>O eucalipto é uma das principais culturas florestais no Brasil, e os impactos do El Niño podem ser significativos:</p>
<ol>
<li><strong>Redução da Precipitação</strong>: Nas regiões onde o El Niño provoca seca, como o Norte, Nordeste e Centro-Oeste, as florestas de eucalipto podem sofrer estresse hídrico. Esse estresse reduz o crescimento das árvores e pode aumentar a mortalidade, além de diminuir a produtividade e a qualidade da madeira.</li>
<li><strong>Aumento de Incêndios Florestais</strong>: A seca prolongada e as temperaturas mais altas aumentam o risco de incêndios florestais, que podem devastar grandes áreas de plantação de eucalipto, causando perdas econômicas significativas e danos ambientais.</li>
<li><strong>Alterações fitossanitárias</strong>: O estresse hídrico e térmico deixa as árvores mais suscetíveis a pragas e doenças, como brocas, cupins e fungos. Isso pode reduzir a produtividade e a qualidade da madeira, além de aumentar os custos de manejo e controle fitossanitário.</li>
<li><strong>Impactos produtivos</strong>: Em regiões onde há excesso de chuvas, como o Sul, o encharcamento do solo pode prejudicar o crescimento das raízes e aumentar a suscetibilidade das árvores a fungos e outras doenças. O excesso de umidade também pode dificultar a colheita e o transporte da madeira.</li>
</ol>
<p>Durante um evento de El Niño, as condições climáticas costumam se tornar imprevisíveis e extremas, podendo afetar os <strong>plantios de eucalipto</strong>.</p>
<p>Inicialmente, o aumento das chuvas pode até beneficiar o crescimento das florestas. Mas, o excesso de chuvas poderá <strong>prejudicar o desenvolvimento das mudas</strong>.</p>
<p>Para mitigar estes riscos e impactos, os produtores devem adotar medidas como práticas de manejo integrado de pragas e doenças, sistemas de drenagem eficientes e monitoramento do solo. <strong>Vamos abordar este tópico de forma mais detalhada à frente. </strong></p>
<h2>Como prevenir os impactos do El Ninõ nas florestas de eucalipto?</h2>
<p>Falar em <strong>prevenção</strong> dos efeitos do El Niño pode ser uma <strong>tarefa difícil.</strong>  É possível, no entanto, adotar algumas <strong>estratégias para mitigar os seus impactos</strong>.</p>
<p>A implementação de sistemas de monitoramento climático, por exemplo, permite acompanhar as previsões climáticas e antever possíveis impactos nas áreas de plantios de eucalipto. Isso ajuda a planejar ações de mitigação, como ajustes no manejo florestal e na programação da colheita.</p>
<p>Para as regiões mais propensas à seca, é crucial adotar técnicas de conservação de água, como o uso de sistemas de irrigação eficientes e práticas de manejo do solo que aumentem a retenção de umidade. Plantar em épocas de chuva é mais favorável e também pode ajudar a minimizar o estresse hídrico.</p>
<p>Já para as regiões mais propensas a chuvas intensas, a  <strong>conservação do solo </strong>torna-se de grande importância. Tomadas de decisão de adiar ou, até mesmo, evitar práticas silviculturais que possam causar a desestruturação do solo, como a subsolagem mais intensivista devem ser desconsideradas. Práticas como o manter a palhada no solo,  a<strong> inspeção e a manutenção de terraços</strong> (que ajudam a reduzir a erosão do solo e a controlar o escoamento da água) também devem ser consideradas.</p>
<p>A utilização de materiais genéticos resistentes a doenças e pragas em regiões onde o impacto do El Ninõ é mais intensificado também facilitará o sucesso dos plantios florestais nesses ambientes. A seleção de genótipos adaptados às condições climáticas específicas de cada região também é uma estratégia eficaz.</p>
<p>Manter áreas de aceiros (faixas de terra sem vegetação para impedir a propagação de fogo) e treinar equipes para o combate a incêndios florestais são ações que ajudam a reduzir o risco e os danos causados por incêndios nas áreas florestais.</p>
<p>A implementação de programas de monitoramento e controle de pragas e doenças, incluindo o uso de controles biológicos e químicos, é outra ação de grande importância para a prevenção dos impactos do El Niño nas florestas de eucalipto. Manter a qualidade fitossanitária das árvores é fundamental para reduzir a vulnerabilidade durante períodos de estresse climático. Essas estratégias, quando combinadas, ajudam a mitigar os impactos do El Niño nas florestas de eucalipto, garantindo uma produção mais sustentável e resiliente frente às variações climáticas.</p>
<h2>Seja um parceiro Bracell e impulsione sua plantação</h2>
<p>Agora que você já sabe quais são os desafios impostos pelo fenômeno El Niño, saiba que é crucial contar com parcerias sólidas e confiáveis para enfrentá-los.</p>
<p>Na Bracell, estamos comprometidos em oferecer suporte e soluções personalizadas para os produtores rurais. <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/"><strong>Seja nosso parceiro florestal</strong></a> e impulsione suas plantações!</p>
<p>Caso tenha restado alguma dúvida sobre este tema, deixe seu comentário.</p>
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		<title>Monitoramento da flora identifica 266 novas espécies em áreas da Bracell na Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bracell]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 20:10:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bracell]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento da Flora]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Monitoramento da Biodiversidade Para Conservação da Fauna e Flora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Desde 2016, monitoramento da flora apontou 664 espécies vegetais, sendo 113 endêmicas do Litoral Norte e Agreste Baiano e 25 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em> Desde 2016, monitoramento da flora apontou 664 espécies vegetais, sendo 113 endêmicas do Litoral Norte e Agreste Baiano e 25 consideradas ameaçadas de extinção</em></p>
<p>Um recente levantamento da flora realizado nas propriedades da <a href="https://www.bracell.com/">Bracell</a> na Bahia identificou 266 espécies arbóreas e arbustivas que ainda não haviam sido avistadas em áreas da empresa, como pau-pombo (<em>Tapirira guianensis</em>), amescla (<em>Protium heptaphyllum</em>) e ingá-uçu (<em>Tachigali densiflora</em>). A coleta dos dados foi feita pelos especialistas que conduzem o <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/conheca-o-nosso-programa-de-biodiversidade-para-conservacao-da-fauna-e-flora/">Programa de Monitoramento da Biodiversidade para a Conservação da Fauna e Flora</a>, realizado pela Bracell a cada dois anos, desde 2016. Os dados preliminares apontam “boa conservação da flora e amplo potencial de diversidade”.</p>
<p>Até o momento, o programa permitiu catalogar 664 espécies silvestres, sendo 113 endêmicas dos biomas Caatinga, Mata Atlântica e Cerrado e 25 inseridas em listas de ameaçadas de extinção mundial, nacional e estadual. É o caso da sucupira-preta (<em>Bowdichia virgilioides</em>), espécie com ampla distribuição considerada “quase ameaçada” por apresentar um forte uso para ornamentação e para produção de móveis. Outro exemplo é a jussara (<em>Euterpe edulis</em>), palmeira muito utilizada para extração do palmito. Uma terceira espécie vegetal ameaçada é o cacto cabeça-de-frade-violeta (<em>Melocactus violaceus</em>), com uma distribuição restrita e muito utilizado para ornamentação.</p>
<h2>Estudo abrange áreas de alto valor de conservação</h2>
<p>O estudo abrangeu oito áreas da empresa no Litoral Norte e Agreste Baiano, quatro delas consideradas de alto valor de conservação (AAVC), como a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Lontra, localizada nos municípios de Entre Rios e Itanagra, o Projeto Santo André (Aramari), a Fazenda Raiz (Entre Rios) e a Fazenda Jaboticaba (Conde). As outras áreas pesquisadas são os projetos florestais Sergipe (Jandaíra), Cachoeira (Entre Rios), São Sebastião (São Sebastião do Passé) e Bonfim (Inhambupe). As propriedades ficam nos biomas Mata Atlântica, Caatinga e enclaves de Cerrado, compreendendo uma área total de 9.865,25 hectares, o equivalente a quase 10 mil campos de futebol.</p>
<p>Davidson Santos, analista de Meio Ambiente da empresa, explica que o monitoramento abrange espécies arbóreas, arbustivas, epífitas, cactáceas e herbáceas. “A conservação das espécies da flora está diretamente relacionada com a disponibilidade de alimento para vertebrados e insetos, locais para refúgio e reprodução. A conservação da flora atinge diretamente os serviços prestados pela natureza para a sociedade, como a polinização, proteção contra pragas e doenças, disponibilidade hídrica e até mesmo áreas para lazer e cultos religiosos”, salienta.</p>
<div id="attachment_1542" style="width: 930px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1542" class="wp-image-1542 size-full" src="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Monitoramento-da-flora-identifica-266-novas-especies-em-areas-da-Bracell-na-Bahia-920x-Corpo-Texto.jpg" alt="Monitoramento da flora identifica 266 novas espécies em áreas da Bracell na Bahia" width="920" height="839" srcset="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Monitoramento-da-flora-identifica-266-novas-especies-em-areas-da-Bracell-na-Bahia-920x-Corpo-Texto.jpg 920w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Monitoramento-da-flora-identifica-266-novas-especies-em-areas-da-Bracell-na-Bahia-920x-Corpo-Texto-300x274.jpg 300w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Monitoramento-da-flora-identifica-266-novas-especies-em-areas-da-Bracell-na-Bahia-920x-Corpo-Texto-768x700.jpg 768w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><p id="caption-attachment-1542" class="wp-caption-text"><em>Davidson Santos atua no programa de monitoramento de flora / Foto: Acervo Bracell</em></p></div>
<h2>Monitoramento da flora acompanha o desenvolvimento da vegetação nativa</h2>
<p>O biólogo Igor Macedo, especialista em Meio Ambiente da Bracell, ressalta que, além de permitir aprofundar o conhecimento sobre a biodiversidade dessa região, o monitoramento acompanha o desenvolvimento da vegetação nativa, observando potenciais reflexos no desenvolvimento e sobrevivência dos indivíduos a partir do manejo florestal da área de influência. “O tempo de resposta da flora é maior do que o da fauna para o que estamos tentando observar. Portanto, os resultados ainda são considerados iniciais, mais focados no conhecimento da biodiversidade do que na variação da dinâmica populacional”, afirma.</p>
<p>De acordo com o especialista, os primeiros resultados demonstram que as áreas monitoradas apresentam boa conservação da flora e amplo potencial de diversidade. “Cada vez mais, somos surpreendidos com a qualidade e as espécies dos fragmentos florestais protegidos pela Bracell. Muito provavelmente, em algum momento, obteremos dados inéditos que vão ser visualizados, principalmente pela falta de estudos botânicos de longo prazo na região”, informa.</p>
<p>Macedo ainda destaca que, &#8220;para entender a fundo a relação do manejo florestal com os fragmentos, ainda há um longo caminho a percorrer, porque a vegetação nativa possui uma forma mais lenta de demonstrar as relações com o manejo florestal”.</p>
<p><a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/soltura-de-animais-silvestres-40-animais-ganham-novo-lar-em-reserva-na-bahia/">Conheça outras ações da Bracell para conservação da biodiversidade</a>.</p>
<p>O post <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/monitoramento-da-flora-identifica-266-novas-especies-em-areas-da-bracell-na-bahia/">Monitoramento da flora identifica 266 novas espécies em áreas da Bracell na Bahia</a> apareceu primeiro em <a href="https://cultiveeucalipto.com.br">Cultive Eucalipto</a>.</p>
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		<title>Como plantar eucalipto no pasto: 5 dicas para ter sucesso</title>
		<link>https://cultiveeucalipto.com.br/blog/como-plantar-eucalipto-no-pasto-5-dicas-para-ter-sucesso/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 19:02:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Bracell]]></category>
		<category><![CDATA[Cultive Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Cultivo de Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[eucalipto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/como-plantar-eucalipto-no-pasto-5-dicas-para-ter-sucesso/">Como plantar eucalipto no pasto: 5 dicas para ter sucesso</a> apareceu primeiro em <a href="https://cultiveeucalipto.com.br">Cultive Eucalipto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<p><span style="font-weight: 400;">Entre os parceiros florestais da Bracell, existem aqueles que eram pecuaristas e decidiram mudar de atividade e migrar para o cultivo de eucalipto. Talvez, você, leitor, esteja pensando nessa mesma possibilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas será que todo pasto pode ser transformado em uma plantação de eucalipto ou existem algumas restrições?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se essa pergunta já passou pela sua cabeça, fique tranquilo, pois preparamos um </span><b>conteúdo especial com 5 dicas ensinando a como plantar eucalipto no pasto e quais cuidados </b><span style="font-weight: 400;">devem ser tomados no momento do plantio.</span><b> </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, também falamos sobre como o eucalipto colabora com a preservação ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue a leitura e confira! </span></p>

		</div>
	</div>

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		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element " >
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			<h2><span style="font-weight: 400;">Eucalipto pode ser plantado em pasto?<br />
</span></h2>
<div id="attachment_1442" style="width: 930px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1442" class="wp-image-1442 size-full" src="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/02/como-plantar-eucalipto-no-pasto.jpg" alt="Como plantar eucalipto no pasto" width="920" height="550" srcset="https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/02/como-plantar-eucalipto-no-pasto.jpg 920w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/02/como-plantar-eucalipto-no-pasto-300x179.jpg 300w, https://cultiveeucalipto.com.br/wp-content/uploads/2024/02/como-plantar-eucalipto-no-pasto-768x459.jpg 768w" sizes="(max-width: 920px) 100vw, 920px" /><p id="caption-attachment-1442" class="wp-caption-text">Foto: Adobe Stock</p></div>
<h2><span style="font-weight: 400;"> </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/quantos-pes-de-eucalipto-por-hectare-posso-plantar-descubra-agora/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">pé de eucalipto</span></a><span style="font-weight: 400;"> pode ser plantado no pasto, no entanto, </span><b>não são todas as áreas de pastagens que estão aptas para essa atividade</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas pastagens, por exemplo, ocupam, irregularmente, margens de rios, córregos e nascentes, ambientes considerados </span><a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/app-e-reserva-legal-quais-as-diferencas/" target="_blank" rel="noopener"><b>áreas de preservação permanente</b><span style="font-weight: 400;"> (APP)</span></a><span style="font-weight: 400;"> pelo Código Florestal Brasileiro (Lei. nº 12.651/2012) e </span><b>não podem ser utilizadas para cultivos agrícolas. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, locais que apresentam </span><b>solos</b> <b>poucos profundos</b><span style="font-weight: 400;"> – seja pela presença de rochas ou por serem muito próximos ao lençol freático – não são opções viáveis para o plantio do eucalipto. Essas condições dificultam o desenvolvimento da raiz das árvores, que precisam de uma profundidade mínima de um metro para se manterem saudáveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As pastagens que apresentarem </span><b>excesso de umidade</b><span style="font-weight: 400;"> também não são consideradas aptas para esse tipo de cultura. Alguns terrenos tendem a permanecer alagados, principalmente durante os períodos chuvosos, e esse excesso de umidade vai impactar ou inviabilizar o crescimento das árvores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar disso, é importante lembrar que, no período de plantio, a umidade favorece o desenvolvimento das mudas de eucalipto. Por esse motivo, plantá-las em épocas de chuva é uma boa estratégia quando não se dispõe de irrigação. </span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  post-pergunta" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-weight: 400;">Dicas sobre como plantar eucalipto no pasto</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Transformar uma área de pastagem em plantação de eucalipto é uma decisão que </span><b>precisa ser embasada em uma série de orientações</b><span style="font-weight: 400;">. Iremos dar essa explicação em poucos passos fundamentais para que você tenha sucesso nesse empreendimento. Confira! </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">1. Projete o lucro</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo para transformar um pasto em uma plantação de eucalipto</span> <span style="font-weight: 400;">é o</span><b> planejamento</b><span style="font-weight: 400;">. Antes mesmo de iniciar o plantio, o produtor rural deve fazer um levantamento da área, saber se ela está apta, prever o investimento necessário e mapear todos os custos para a implantação e manutenção da floresta de eucalipto, como mão de obra, mudas e os insumos necessários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso,</span><b> é fundamental saber os objetivos dessa plantação</b><span style="font-weight: 400;">. O uso da madeira será para energia, celulose, serraria, construção civil ou terá outra finalidade? Isso é importante pois diferentes estratégias de manejo serão adotadas em cada caso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todo</span><b> esse levantamento irá te ajudar a projetar a viabilidade econômica e mapear a rentabilidade </b><span style="font-weight: 400;">que </span><a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/por-que-o-cultivo-de-eucalipto-e-um-bom-negocio-conheca-5-motivos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">essa atividade pode trazer para o seu negócio.</span></a><span style="font-weight: 400;"> Por esse motivo, antes de qualquer passo, é fundamental reunir informações e estudar sobre as necessidades e perspectivas desse empreendimento.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">2. Planeje o sistema de plantio </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após realizar o planejamento, é hora do início das operações. Antes do plantio, é essencial fazer um </span><b>combate às formigas cortadeiras</b><span style="font-weight: 400;">, as maiores pragas dos plantios de eucalipto. Esse processo deve ser muito bem feito, utilizando isca formicida, e deve ocorrer, de preferência, 120 dias antes do plantio e antes do preparo do solo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra questão importante a ser avaliada é o controle de cupins-de-montículo. Comumente, pastagens velhas ou pouco produtivas apresentam uma grande quantidade de cupinzeiros, que precisam ser controlados antes de qualquer intervenção no solo, para evitarmos a dispersão desta praga. Isso evitará danos ao plantio, aumentará sua área útil e facilitará o trafego das máquinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A análise de solo pode ser realizada antes ou depois do controle de formigas e cupins, contudo, é importante que seja feita com antecedência, pois, é importante que adubo esteja disponível para a planta logo após o plantio. E, dependendo do resultado da análise, pode ser necessário até mesmo antes do plantio, como é o caso da calagem, aplicação de calcário, que demora a ser solubilizado e consequentemente não estará prontamente disponível para a planta se o aplicarmos na data de plantio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o controle das pragas acima, deve-se realizar o</span><b> controle das plantas daninhas, que pode ser feito por meio de roçada, capina ou dessecação, com aplicação de herbicidas, recomendados conforme necessidade e tipo de planta daninha, por um profissional habilitado. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, é o momento de iniciar a </span><b>preparação do solo</b><span style="font-weight: 400;">. O preparo do solo poderá ser realizado de forma manual, a partir da abertura de cova, ou mecanizado, em uma operação conhecida como subsolagem. Nesta etapa, é importante considerar o tipo de solo, declividade da área e as condições climáticas adequadas para a subsolagem. De forma geral, quanto mais duro o solo, mais profunda deverá ser a subsolagem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto importante está relacionado à relação dessecação das plantas daninhas e subsolagem. Quando realizamos a subsolagem logo após a dessecação, corre-se o risco de que as raízes das daninhas ainda estejam fortemente fixadas ao solo, o que faz com que o solo se torne mais susceptível a erosão em períodos chuvosos.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">3. Selecione as espécies de árvores</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha do material genético (clone) também é um processo fundamental. O ideal é que o produtor rural escolha uma </span><b>espécie adaptada ao </b><a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/tipos-de-solo-para-o-plantio-de-eucalipto/" target="_blank" rel="noopener"><b>tipo de solo</b></a><b> e condições climáticas da região</b><span style="font-weight: 400;">, caso contrário, o resultado do plantio pode não ser o esperado.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">4. Escolha mudas adequadas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como o clone, </span><b>as mudas também precisam ter um determinado padrão de qualidade </b><span style="font-weight: 400;">para garantirmos um bom resultado. As mudas devem estar rustificadas, ter entre 20 a 45 cm de altura, não apresentar galhos laterais, ter pelo menos 3 pares de folhas e apresentar um sistema radicular bem desenvolvido e sem enovelamento. Acompanhar a sobrevivência dessas mudas aos 10, 20 e 30 dias após o plantio é essencial para garantirmos uma boa produtividade e desenvolvimento do plantio.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">5. Aprenda sobre os tratos culturais</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O</span> <span style="font-weight: 400;">produtor rural e seus colaboradores precisam entender a fundo os tratos necessários para o sucesso da plantação de eucalipto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>fertilização do plantio</b><span style="font-weight: 400;"> variará em função da análise de solo e deve ser realizada, de maneira geral, em duas ou três etapas: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Antes do plantio (de preferência junto à subsolagem); </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Entre 90 a 120 dias após o plantio; e </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">E, se necessário, uma adubação entre 300 a 360 dias após o plantio. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se: o atraso nessas operações pode comprometer o desenvolvimento das plantas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o plantio em épocas secas, onde o solo está com pouca umidade, as mudas devem ser irrigadas com 3 a 5 litros de água por planta. A depender da região onde estamos plantando, é importante garantir outras irrigações nos dias seguintes ao plantio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>replantio </b><span style="font-weight: 400;">(reposição das mudas mortas)</span><b> deve ser feito em até 30 dias</b><span style="font-weight: 400;"> para não comprometer a homogeneidade entre as plantas (altura, tamanho da copa, vigor, etc.).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário, também, </span><b>monitorar a ocorrência de mato competição, pragas (formigas, lagartas, etc.) e doenças ao longo de todo o ciclo da floresta,</b><span style="font-weight: 400;"> controlando-as quando necessário.  </span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  post-pergunta" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2><span style="font-weight: 400;">Saiba como plantar eucalipto no pasto ajuda na preservação ambiental </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Qualquer tipo de plantio agrícola precisa seguir uma série de requisitos, dentre eles as leis de preservação ambiental, contidas no Código Florestal Brasileiro, como citamos no início do texto. Isso é ainda mais importante no setor florestal, pois as empresas que comprarão sua madeira só o farão se a sua fazenda atender a todos os requisitos legais necessários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como sabemos, a preservação de florestas nativas na beira dos rios, nos topos de morro e em diversas outras situações nos ajudam a preservar o solo, a fauna, a flora e os recursos hídricos naturais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um ponto importante aqui é que o plantio de eucalipto no entorno dessas áreas protegidas também promoverá uma série de benefícios ambientais, como:</span></p>
<ul>
<li>Melhoria na qualidade do ar;</li>
<li>Conforto térmico;</li>
<li>Maior sequestro de gases efeito estufa;</li>
<li>Redução da intensidade de erosão;</li>
<li>Recuperação das áreas degradadas;</li>
<li>Redução da pressão sobre as florestas nativas;</li>
<li>Preservação da fertilidade dos solos;</li>
<li>Preservação da vegetação nativa;</li>
<li>Redução no assoreamento de riachos, rios e lagos.</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O solo onde ocorre o plantio também é favorecido, uma vez que: 1) fica protegido contra erosão; 2) tem sua taxa de mineralização da matéria orgânica reduzida (devido ao sombreamento); e 3) tem a sua amplitude térmica reduzida (devido ao sombreamento da copa e da serapilheira). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falamos mais sobre isso no artigo: </span><a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/desvendando-a-crenca-do-deserto-verde/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Desvendando a crença do “deserto verde”.</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Esteja preparado para o sucesso no campo </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Esperamos que você tenha aprendido mais sobre como plantar eucalipto no pasto. A </span><a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/produtor-de-cachaca-aposta-na-diversificacao-com-plantio-de-eucalipto/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">diversificação de culturas dentro da propriedade pode ser uma interessante alternativa</span></a><span style="font-weight: 400;"> de renda para o produtor rural. Não se esqueça que trabalhar em parceria com um profissional qualificado é sempre uma boa pedida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso tenha ficado com alguma dúvida, fique à vontade para compartilhar com a gente nos comentários. Teremos o maior prazer em lhe responder!</span></p>

		</div>
	</div>

	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  post-pergunta" >
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		</div>
	</div>
</div></div></div></div><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper"></div></div></div></div>
<p>O post <a href="https://cultiveeucalipto.com.br/blog/como-plantar-eucalipto-no-pasto-5-dicas-para-ter-sucesso/">Como plantar eucalipto no pasto: 5 dicas para ter sucesso</a> apareceu primeiro em <a href="https://cultiveeucalipto.com.br">Cultive Eucalipto</a>.</p>
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